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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Em ação de marketing, HSBC Brasil da uma lição para a vida

Por Eric Colombo

Há alguns meses, o HSBC Brasil, publicou alguns vídeos no Youtube, os quais estão sendo divulgados por meio de anúncios no próprio Youtube, os vídeos apresentam o novo produto do banco HSBC a Gestão de Patrimônio. Porém, mais do que apenas uma ação de marketing, os vídeos nos dão uma lição para a vida e nos fazem pensar. 

Os vídeos em geral, nos fazem pensar, sobre a importância que realmente damos ao dinheiro, e faz com que pensemos, "Será que o dinheiro merece mesmo toda essa dedicação a qual ofereço?", "É realmente isso o que quero?" e "Será que estou perdendo algo mais valioso do que o dinheiro?". 

Nesse primeiro, o vídeo questiona, sobre o que é o dinheiro? Ele apresenta o dinheiro como poderoso, e como sem poder algum, como sendo tudo e como não sendo absolutamente nada. 

Pense um pouco, o que é o dinheiro para você? - Agora que já raciocinou sobre isso, veja o vídeo.

  

Agora pense novamente sobre o que é o dinheiro para você. Sua opinião continua a mesma? 

Jovens são tão sonhadores, têm planos, desejos e objetivos, porém quais eram seus sonhos a 5 anos atrás e a 10 anos atrás? - Quantos desses sonhos você realizou? - Quantos deles te satisfez realmente? 

Quando criança, nossos sonhos eram o de ser médico, veterinário, bombeiro, cantor, pintor, enfim, uma infinidade de coisas, porém com o decorrer dos nossos dias, conforme crescemos, nossas vidas se resumem em ganhar dinheiro, para se sustentar, sustentar a família, enriquecer, ter bens e destaque, e no fim, todos os nossos sonhos são deixados para trás. 

As vezes não paramos para pensar, mas nossos pais, tios e avós, também tinham sonhos. Já se sentou com eles e perguntou quais eram os teus sonhos? Pergunte também, quais são os maiores arrependimentos deles. Você vai acabar se surpreendendo com a resposta. 

Os próximos vídeos apresentam exatamente isso, apresentam o contraste entre sonhos de crianças e de idosos, e concluímos que esses sonhos são muito semelhantes, porém o arrependimento do que realmente foi buscado e conquistado pelos idosos é muito grande. 





Esse último vídeo, mostra o encontro de um pescador e um executivo, o executivo com diversas ideias e objetivos, e o pescador já realizado.


 

Sonhe, independente da idade que você tenha. Sonhe independente da sua condição física ou financeira. Sonhe independente do que os outros digam. Sonhe, sonhe, sonhe e se realize, não espere envelhecer para se arrepender de seus passos. Sonhe mesmo que os seus sonhos sejam considerado pelos outros como loucura. Mas, não apenas sonhe, busque também a realização de seus sonhos, e se no fim, você ganhar dinheiro, vivendo o seu sonho, você terá contentamento pessoal, profissional e financeiro.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Vale a leitura, uma excelente lição - Arun Gandhi

Não tenho plena certeza da veracidade do conteúdo, porém vale a pena a leitura.

Arun Gandhi, neto de Mahatma Gandhi, em uma palestra na Universidade de Porto Rico, compartilhou a seguinte história:

"Eu tinha 16 anos e estava vivendo com meus pais no instituto que meu avô havia fundado, longe 18 milhas da cidade de Durban, na África do Sul (...) Estávamos bem no interior do país e não tínhamos vizinhos. Assim, sempre que surgia uma oportunidade de irmos a cidade, eu e minhas duas irmãs nos apresentávamos. Certo dia, meu pai me pediu que o levasse à cidade para assistir a uma conferência que duraria o dia inteiro. Minha mãe me deu uma lista para compras no supermercado, e meu pai me pediu que me levasse o carro à oficina.

Quando me despedi de meu pai, ele disse: 'Nós nos veremos neste local às 5 horas da tarde.' Após, rapidamente, completar as tarefas, fui ao cinema mais próximo. Estava tão concentrado no filme, um filme duplo de John Wayne, que me esqueci do tempo. Eram 5:30 horas da tarde, quando me lembrei. Corri à oficina, peguei o carro e corri até onde meu pai estava me esperando. Já eram quase 6 horas da tarde.

Ele me perguntou com ansiedade: 'Por que chegou tão tarde?' Eu me senti mal com o fato e não queria lhe dizer que estava assistindo um filme. Então, eu lhe disse que o carro não havia ficado pronto no horário e tive que esperar... Eu não sabia que meu pai havia ligado para a oficina.

Quando ele se deu conta da minha mentira, disse: 'Algo 
não anda bem, na maneira como estou lhe educando, você não está confiando em me dizer a verdade. Vou refletir sobre o que fiz de errado. Vou caminhar as 18 milhas para casa e pensar sobre isto.' 

Assim, vestido com traje e sapatos elegantes, começou a caminhar para casa, por caminhos que nem estavam asfaltados nem iluminados. Não podia deixá-lo só. Assim, dirigi por 5 horas e meia atrás dele... vendo meu pai sofrer a agonia de uma mentira estúpida que eu havia dito.

Decidi, naquele momento, que nunca mais iria mentir.
Muitas vezes me recordo desse episódio e penso.. Se ele tivesse me castigado do modo que castigamos nossos filhos... teria eu aprendido a lição?... Não acredito... Mas a ação de não-violência foi tão forte que a tenho impressa na memória como se fosse ontem...Este é o poder da vida sem violência. ~ Blue Domum

Arun Gandhi, neto de Mahatma Gandhi, em uma palestra na Universidade de Porto Rico, compartilhou a seguinte história:


"Eu tinha 16 anos e estava vivendo com meus pais no instituto que meu avô havia fundado, longe 18 milhas da cidade de Durban, na África do Sul (...) Estávamos bem no interior do país e não tínhamos vizinhos. Assim, sempre que surgia uma oportunidade de irmos a cidade, eu e minhas duas irmãs nos apresentávamos. Certo dia, meu pai me pediu que o levasse à cidade para assistir a uma conferência que duraria o dia inteiro. Minha mãe me deu uma lista para compras no supermercado, e meu pai me pediu que me levasse o carro à oficina.

Quando me despedi de meu pai, ele disse: 'Nós nos veremos neste local às 5 horas da tarde.' Após, rapidamente, completar as tarefas, fui ao cinema mais próximo. Estava tão concentrado no filme, um filme duplo de John Wayne, que me esqueci do tempo. Eram 5:30 horas da tarde, quando me lembrei. Corri à oficina, peguei o carro e corri até onde meu pai estava me esperando. Já eram quase 6 horas da tarde.

Ele me perguntou com ansiedade: 'Por que chegou tão tarde?' Eu me senti mal com o fato e não queria lhe dizer que estava assistindo um filme. Então, eu lhe disse que o carro não havia ficado pronto no horário e tive que esperar... Eu não sabia que meu pai havia ligado para a oficina.

Quando ele se deu conta da minha mentira, disse: 'Algo não anda bem, na maneira como estou lhe educando, você não está confiando em me dizer a verdade. Vou refletir sobre o que fiz de errado. Vou caminhar as 18 milhas para casa e pensar sobre isto.'

Assim, vestido com traje e sapatos elegantes, começou a caminhar para casa, por caminhos que nem estavam asfaltados nem iluminados. Não podia deixá-lo só. Assim, dirigi por 5 horas e meia atrás dele... vendo meu pai sofrer a agonia de uma mentira estúpida que eu havia dito.

Decidi, naquele momento, que nunca mais iria mentir.
Muitas vezes me recordo desse episódio e penso.. Se ele tivesse me castigado do modo que castigamos nossos filhos... teria eu aprendido a lição?... Não acredito... Mas a ação de não-violência foi tão forte que a tenho impressa na memória como se fosse ontem...Este é o poder da vida sem violência.

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